Papa Libério, S. Atanário e os Arianos

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Muitas pessoas afirmam que o Sumo Pontífice pode enganar-se. Como sustentação desta ideia é chamado à colação o Papa Libério que, segundo eles, teria errado na fé. Antes de estudarmos o facto histórico, recordemos que o caso de Libério é citado, para negar a jurisdição suprema e a infalibilidade do Sumo Pontífice, por parte de protestantes, conciliaristas, galicanos e antiinfabilistas. Encontra-se por isso em boa companhia quem hoje quer repropor este exemplo para sustentar a tese segundo a qual o Papa pode enganar-se. O Édito de Constantino no ano 313 tinha fechado o período das grandes perseguições para os cristãos, mas se estes estavam já livres para professar a sua fé, sobrevieram outras dificuldades a obstaculizar a Igreja. Entre estas, foi o surgir das heresias e a ingerência do poder temporal nas coisas espirituais.

O arianismo Um dos dogmas da fé cristã é a doutrina da Trindade, um só Deus em três pessoas: Pai, Filho e Espírito Santo. Já no séc. III a Igreja tinha de combater contra as heresias trinitárias: alguns afirmavam que Nosso Senhor era um simples homem, investido do poder de Deus com uma intensidade excepcional; outros afirmavam que na realidade Jesus é o próprio Pai, para quem não havia já distinção pessoal entre o Filho e o Pai. Ao condenar tais heresias, a Igreja tinha ensinado que Jesus é uma pessoa divina, distinta do Pai. A relação precisa entre a divindade do Filho e a do Pai não foi determinada pelo Magistério. Nós sabemos que são iguais, têm a mesma substância, têm os mesmos atributos (omnipotência, omnisciência, eternos…), embora as pessoas sejam distintas.

Em seguida, difundiu-se a tendência de subordinar de certo modo o Filho ao Pai, embora sem negar a divindade. O conhecido presbítero de Alexandria do Egipto, Ario, não se limitou só a afirmar a dependência de natureza do Filho em relação ao Pai, mas vai ao ponto de negar ao Filho a natureza divina e os atributos divinos, como a eternidade e o ser ex Deo. Assim se exprimiam duas fórmulas principais da doutrina ariana a propósito do Filho: “Houve um tempo em que Ele não existia” e “Ele é de não ser”. Para Ario o Verbo (Logos) é uma criação do Pai (que o criou do nada), criatura primeira ou mais eminente destinada a ser instrumento para a criação dos outros seres, mas não é Deus.

Ario começou por difundir a suas doutrinas no ano 315 em Alexandria do Egipto; o bispo da cidade, reúne um grande sínodo no ano 318, expulsa-o da comunhão eclesiástica e comunicou ao Papa Silvestre tal decisão. Ario devia deixar a cidade.

A controvérsia assume proporções sempre maiores; nela intervém também Constantino o Grande, mas de maneira indevida e infeliz. É celebrado, por fim, o Concílio de Nicéia, na Bitínia, no ano 325, onde foi redigido o famoso Símbolo (ou Credo) que é proclamado durante a Santa Missa, no qual se afirma que o Verbo é da mesma natureza que o Pai (consubstancial): “Deus de Deus, luz da luz, Deus verdadeiro de Deus verdadeiro, gerado, não criado, consubstancial aos Pai, por quem todas as coisas foram feitas no céu e na terra”. Foram feridas de anátema as principais teses de Ario e os bispos seus partidários foram excomungados e mandados para o exílio.

Mas o arianismo foi apenas rejeitado, não vencido. Dividiu-se em várias seitas e Ario, depois do seu exílio, aderiu à dos eusebianos, os quais declaravam não ser contrários ao Concílio de Nicéia, mas recusavam o termo «consubstancial»: como se fosse possível fazer uma seleção no Magistério da Igreja. O ponto comum de todas estas seitas era a aversão ao termo «consubstancial» e a luta contra Atanásio, paladino da fé católica. Mas se os arianos estavam unidos na oposição ao consubstancial, como explicavam a relação entre o Pai e o Filho? “Se o Verbo não é igual ao Pai na substância (homoousios), será ao menos semelhante a Ele (homoios) ou dissemelhante (anomoios)? O bizantinismo não podia perder esta ocasião para trabalhar com sofismas e conotações”[1]. Por este motivo as posições daqueles que negavam que a substância do Verbo fosse semelhante à do Pai dividiam-se em três facções.

Os que negavam totalmente toda a semelhança entre as duas substâncias (divina, a do Pai, humana e criada, a do Verbo): eram estes os anomeos dissimilistas, ou anomeos abertos, representados por Écio, Eudócio e Acácio. Aqueles que aceitavam a fórmula homoios (semelhante), mas não homoiousios (semelhante na substância): o Verbo era semelhante ao Pai só em sentido relativo e acomodado, como a imagem refletida no espelho é semelhante a quem se espelha. “Evidentemente jogavam com as palavras, especialmente depois que o anomeismo aberto foi condenado também pelo imperador”[2]; a estes aderiram os eusebianos e os acacianos: eram estes chamados anomeos dissimulados ou pseudo-similistas ou omeitas.

Por fim, havia os similistas, ditos comumente semi-arianos: defendiam o homoiousios, isto é, que o Verbo é semelhante na substância ao Pai. Recusavam a fórmula «consubstancial», temendo que levasse à supressão da distinção das três Pessoas divinas. “No fundo era um erro de fórmula e não de fé”, afirma Benigni[3] . Certamente entre estes houve também alguns que tiveram um conceito inexacto desta semelhança, e não tinham portanto a fé católica; “mas outros eram católicos e foram reconhecidos pelo mesmo intransigente Atanásio (De synodis, XII) como católicos enganados por um equívoco de fórmula e por um equívoco de oportunismo”[4]. Proclamavam o homoiousios, mas não ousavam afirmar o homoousios; e assim por causa de um «iota» não afirmavam integralmente a fé. Como veremos, os bispos católicos esforçaram-se por fazer reentrar estes últimos na comunhão da Igreja Católica.

Na corte de Constantino trabalharam com sucesso os arianos, apoiados sobretudo pela irmã do imperador, Constança. No ano 328, os exilados puderam reentrar na pátria e alguns foram reintegrados por Constantino nas suas sedes episcopais, donde tinham sido afastados por causa da sua heresia; e assim em pouco tempo os arianos conseguiram afastar das sedes episcopais os chefes do partido niceno, isto é, os bispos católicos, entre os quais Atanásio, tornado bispo de Alexandria, mandado para o exílio em Tréveris. Inclusivamente Constantino tinha já projectada a solene readmissão de Ario, mas faleceu inesperadamente.

Depois da morte de Constantino, houve fases alternadas na luta contra a heresia: o Império é dividido entre os filhos de Constantino, Constante que regia o Ocidente e Constâncio II que regia o Oriente, e por alguns anos houve paz. Mas, quando Constâncio, que tinha os arianos em grande simpatia, se torna único imperador, a seguir à morte do irmão, a luta reacende-se e começaram as perseguições. “À medida que os perigos do estado diminuíam, em Constâncio retomava força a inquietação dos Concílios e das controvérsias teológicas”[5]. No ano 351, celebra-se um sínodo em Sírmio (a actual Mitrovicza), na Panónia, onde residia então o imperador, e é estabelecido um símbolo de fé (primeira fórmula de Sírmio) no qual se omitia que o Pai e o Filho são da mesma substância. Ursácio e Valente, os dois bispos arianos mais facciosos, tornaram-se os conselheiros teológicos do imperador: os bispos fiéis à fé de Nicéia foram privados das suas sedes, São Paulo de Constantinopla é exilado e morto.

Mas o inimigo de sempre era Atanásio: era preciso tirá-lo da sua diocese. Morto Júlio I, no ano 352, os arianos fizeram pressões junto do novo Papa, Libério, a fim de que excomungasse Atanásio. Libério examinadas as provas, não só refutou, mas declarou Atanásio inocente de toda a culpa; pede por isso ao imperador que se reúna um concílio geral em Aquileia. Mas Constâncio faz com que o concílio se fizesse no ano 353 na cidade onde ele residia naquele momento, Arles, com a evidente intenção de dirigi-lo com a sua influência. Foram convocados também os bispos da Gália, mas o sínodo era guiado praticamente por bispos arianos: não foi apresentada nenhuma das questões teológicas então discutidas, mas só um decreto já preparado que continha a condenação de Atanásio. Os legados papais procuraram opor-se, mas inutilmente: Valente, um dos dois bispos arianos conselheiros do imperador, conseguiu apresentar com destreza o documento, e o imperador ameaçou destituir e exilar os bispos ocidentais se não assinassem as decisões do sínodo. Assim todos os bispos, um depois de outro, assinaram, incluindo o legado pontifício, Vicente de Cápua, engando e maltratado; recusou-se, no entanto Paulino de Tréveris, que é exilado na Frígia onde a seguir morre. O Papa Libério fica desgostado pela defecção dos bispos e do seu legado[6]. Por isso enviou ao imperador uma carta, na qual defendia com firmeza a inocência de Atanásio, os direitos da Igreja, a excomunhão dos arianos e a necessidade de reunir um concílio. Entretanto Constâncio manda matar o seu primo Gallo, que governava o Oriente, por temor que quisesse tornar-se independente dele. Quando surge a notícia da morte de Gallo, a corte festejou como se se tratasse de uma vitória, adulou a omnipotência do imperador e o próprio Constâncio se apresentava com os títulos de ‘senhor do mundo’ e ‘eterno’. “Os bispos arianos, que negavam esta qualidade ao Filho de Deus, não se envergonhavam de dá-la ao vão e ridículo Constâncio”[7].

O CONCÍLIO DE MILÃO

No ano 355, Constâncio quer reunir um Concílio em Milão, estando presentes mais de trezentos bispos do Ocidente. “Com este sínodo teve início uma humilhante tragédia que manchou muito gravemente o imperador, que não tolerou a mínima oposição à sua vontade e se deixou tomar por medidas sempre mais duras”[8] . Libério convence Santo Eusébio de Vercelli a participar nele, com a esperança de fazer triunfar a fé católica. Mas em Milão os arianos fizeram com que Eusébio e os legados pontifícios esperassem dez dias, sem iniciar o concílio, para organizarem melhor as suas maquinações. De facto, na abertura do Concílio, eles quiseram que se começasse com a condenação de Atanásio; os católicos guiados pelos bispos Santo Eusébio, Lucífero de Cagliari e São Dinis de Milão, responderam que era preciso primeiro subscrever o símbolo de Nicéia, para assegurar-se da catolicidade dos presentes. Surgiu uma grande agitação: o povo, ouvindo o tumulto, acorreu e, escandalizado, começou a deplorar a falta de fé dos bispos arianos. Estes últimos, temendo o pior, refugiaram-se no palácio do imperador. Constâncio decide então transferir as seguintes sessões para seu palácio, em vez da igreja onde ele havia começado, e com ameaças ele obteve o mesmo resultado que em Arles. Os arianos leram um édito de Constâncio cheio das suas heresias. Não conseguindo fazê-lo aceitar, Constâncio fez vir à sua presença os três opositores: Lucífero, Eusébio e Dinis, e pede-lhes em nome da sua autoridade de imperador que assinem a condenação de Atanásio. Mas os três bispos recusam-se firmemente, embora ameaçados de morte. Constâncio então mandou-os para o exílio, enquanto Ursácio e Valente fizeram espancar o diácono Hilário que acompanhava Lucífero. Assim a maior parte dos bispos assinou, por debilidade ou por coação, a condenação de Atanásio. Quem não assinou foi caluniado, destituído da sua sede logo, ou pouco tempo depois[9]. Eusébio foi mandado para a Palestina, Lucífero para a Síria, Dinis para a Capadócia. O Papa Libério escreveu-lhes uma carta: “Que conforto posso dar-vos, dividido como estou entre a dor da vossa ausência e a alegria da vossa glória? A melhor consolação que posso oferecer-vos é a de me considerardes exilado convosco. Oh quanto teria desejado, diletíssimos irmãos, ser imolado em vosso lugar! (…) Suplico, pois, à vossa caridade que me considereis presente ao vosso lado e que penseis que a minha maior dor é ver-me separado da vossa companhia”[10]. Este desejo de Libério realizar-se-á pouco tempo depois. Os arianos, com efeito, sabiam que para ter um sucesso definitivo, era preciso alcançar o seu consentimento.

Enquanto isso, os mensageiros imperiais foram enviados aos bispos ausentes para obter sua assinatura de qualquer maneira: mas na Gália encontraram uma forte oposição à frente da qual estava Santo Hilário de Poitiers. Para contornar isso, é reunido um sínodo em Béziers, no ano 356, e Santo Hilário foi coagido a participar nele: a assinatura para a condenação de Atanásio foi tomada à maioria dos bispos com violência e ameaças. Recusaram-se apenas Santo Hilário e Rodânio de Tolosa, que foram exilados para a Frígia[11].

LIBÉRIO E CONSTÂNCIO

O imperador pensou, portanto, enviar a Libério um seu mensageiro, o eunuco Eusébio, com presentes, para obter o seu favor e ao mesmo tempo para lhe pedir a sua adesão à condenação de Atanásio e a sua comunhão com os arianos. Diante da recusa dos presentes, Eusébio ficou irritado e ameaçou Libério asperamente; dali dirigiu-se à igreja de São Pedro e ali deixou os seus presentes. Quando Libério o soube, indignou-se com o guardião que os tinha aceitado e mandou deitar fora aquela oferenda profana.

Regressado Eusébio a Milão, Constâncio escreveu ao governador de Roma, Leôncio, para que conduzisse Libério a Milão às boas ou às más. Um grande terror se espalha então por toda a Roma: muitas famílias foram ameaçadas, vários fugiram, as portas da cidade foram postas sob vigilância, em suma, queria isolar-se o Pontífice. Também Roma conheceu bem a violência dos arianos, de quem até agora somente tinha ouvido falar. Por fim Libério foi arrebatado de noite, por temor do povo que o amava.

Junto a Milão, Constâncio concede-lhe audiência, ou antes o interrogou, diante do seu consistório e na presença de estenógrafos que registavam as suas palavras. «O imperador queria que Libério sancionasse cegamente a condenação de Atanásio. Mas Libério mantém firme aquele princípio romano de que a Sede Apostólica só condena os processados e julgados por ela… No seu colóquio com César, o Papa requer um processo eclesiástico a Atanásio, “visto que não pode acontecer que nós condenemos alguém de quem não se fez julgamento”. Constâncio replicou com uma verdade oficial: que “todo o mundo o condenou”. Libério responde: “Aqueles que subscreveram a sua condenação, não tiveram em conta os factos, mas somente quiseram conquistar o teu favor ou fugir da tua ira e da tua má fama” (…). Então o tirano insistia: “Só te é pedido isto (condenar Atanásio); por isso pensa na paz e subscreve-a, para que possas voltar a Roma”. Heroica foi a resposta de Libério: “Em Roma eu já disse adeus aos irmãos; é pois mais importante para mim observar as leis da Igreja do que morar em Roma”»[12]. Constâncio deu lhe três dias para refletir, mas dois dias depois, visto que o Pontífice não mudava de parecer, mandou-o para o exílio em Bereia, na Trácia. Era o ano de 356. Logo que Libério saiu, Constâncio fez-lhe chegar 500 soldos de ouro para as suas despesas, mas Libério respondeu a quem lhos levava: “Devolve os ao imperador, que tem necessidade deles para os seus soldados”. O mesmo fez a imperatriz e Libério, ao dar a mesma resposta ao portador, acrescentou que se o imperador não tinha necessidade do dinheiro, o desse aos bispos arianos que o rodeavam, os quais certamente precisavam dele. Até o eunuco Eusébio lhe ofereceu dinheiro, mas Libério disse-lhe: “Tu tornaste desertas todas as igrejas do mundo e ofereces-me uma esmola como a um condenado! Vai, e começa a fazer-te cristão”[13].

A PERSEGUIÇÃO

Logo que o Papa partiu, Constâncio fez colocar no seu lugar, como bispo de Roma, Félix II, antipapa. Não obstante este tivesse aceitado o Concílio de Nicéia, pelo simples facto de que ele estava em comunhão com os arianos, o povo romano não queria entrar na igreja da qual tinha tomado posse.

A perseguição começou em todo o império. Os arianos convenceram Constâncio que era conveniente que o velho Ósio14 assinasse também ele a condenação de Atanásio. Depois de uma troca de cartas, onde Ósio afirmou a fé nicena e recordou como Atanásio foi sempre reconhecido inocente de todas as falsas acusações feitas pelos arianos, o imperador mandou-o para o exílio em Sírmio. Então foram enviados por toda a parte ministros de Constâncio com ordens ameaçadoras: aos bispos, para que assinassem a condenação de Atanásio e entrassem em comunhão com os arianos, sob pena de banimento, prisão, castigo corporal e confisco dos próprios bens; aos juízes, para que fizessem cumprir tais ordens aos bispos. Além do mais, os ministros de Constâncio foram acompanhados de clérigos de Valente e Ursácio, que denunciavam os juízes mais negligentes. Assim aconteceu que muitos bispos foram conduzidos à presença dos juízes para assinar a condenação de Atanásio. Quem se recusava a assinar, depois de algum tempo era acusado de um qualquer delito (calúnia, blasfémia…) e então mandado para o exílio, enquanto o seu lugar era tomado por um ariano.

Entretanto, Constâncio enviou tropas para Alexandria com a ordem de prender Atanásio: estas entraram à meia-noite na igreja onde Atanásio celebrava um ofício noturno da vigília de uma festa. O bispo não quis mover-se até que todos os fiéis não estivessem a salvo, e então – quando a maioria já estava protegida – alguns dos seus clérigos o tomaram à força e o fizeram fugir. Atanásio escondeu-se por um longo tempo, primeiro em Alexandria, e depois no deserto. Para o seu lugar foi nomeado Jorge da Capadócia, enquanto em todo o Egito começava a perseguição dos bispos católicos. Jorge, o novo bispo de Alexandria, comportava-se com tal crueldade, que até os pagãos se queixavam dele ao imperador. Os católicos de Alexandria reuniam-se agora fora da cidade: aconteceu uma ocasião em que, enquanto estavam reunidos num cemitério, aparece um capitão, Sebastião, com três mil homens armados, a mando dos arianos, e fez acender uma fogueira enorme, ameaçando queimar quem não quisesse seguir a fé dos arianos. Uma vez que as ameaças não aterrorizavam os católicos, Sebastião mandou que fossem açoitados com vergastas entrelaçadas, pelo que muitos morreram com as dores e os seus corpos foram deitados aos cães; os fiéis honraram estes confessores da fé como mártires. Jorge, por causa da sua crueldade, teve de sair de Alexandria uma primeira vez; em seguida, voltando, foi morto durante uma sublevação dos pagãos.

[1] U. Benigni, Storia Sociale della Chiesa, vol. II Da Costantino alla caduta dell’Impero romano Tomo I, Vallardi Milano 1912, pag. 239-40

[2] Rohrbacher, Storia Universale della Chiesa Cattolica, vol. 3°, libro 33°, Torino 1859, pag. 734.

[3] U. Benigni, idem.

[4] U. Benigni, idem.

[5] U. Benigni, idem.

[6] Libério lamentou esta defecção em vários bispos, entre os quais o ancião Ósio, bispo de Córdoba, que tinha participado no Concílio de Nicéia

[7] Rohrbacher, op. cit., pag. 738.

[8] Karl Baus, Eugen Ewig, Storia della chiesa, L’epoca dei Concili, diretta da H. Jedin, Jaca Book 1980, pag. 45.

[9] Rohrbacher, op. cit., pag. 739-740.

[10] Liberius, Epist. VII, Patrologia, Migne t. VIII, p. 1356. Rohrbacher, op. cit., pag. 741.

[11] Karl Baus, Eugen Ewig, op. cit., pag. 46.

[12] U. Benigni, op. cit., pag. 241-3.

[13] Rohrbacher, op. cit., pag. 744-745.

 

FONTE

Murro,  Giuseppe. Papa Liberio, S. Atanasio e gli ariani, in «Sodalitium», nº 51, Jul.2000, pag. 48

PARA CITAR

Murro,  Giuseppe. PAPA LIBÉRIO, S. ATANÁSIO E OS ARIANOS. Disponível em <http://www.apologistascatolicos.com/index.php/apologetica/papado/1014-papa-liberio-s-atanario-e-os-arianos>. Desde 05/02/2019.

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